sexta-feira, fevereiro 08, 2008

Formar



Você não sabe para onde olha, seu coração dispara... um turbilhão de emoções...
honra ao mérito! Você se sente vencedor! Você agradecer pelas milhares de noites sem dormir tentando entender aquela frase de Freud, o tal condicionamento de Skinner... os 5 anos modificados pela Psicologia... que te ensinou a viver melhor... a respirar melhor! A ser feliz! Parece peigas não? Pois há quem diga q encontra-se na Psicologia uma razão de viver... EU encontrei!


segunda-feira, fevereiro 04, 2008

Ludymila Pimenta's birth date says this about them:

You find happiness in a lot of things and believe in living life as it comes. You are close to family and friends. But it's hard to get into your inner circle. You believe in the little things that make people happy and you probably like an inviting home and a cozy bed. You try to be in harmony with others, but occasionally you have a very stubborn streak.

SERÁ?

quarta-feira, janeiro 23, 2008

Orgulho



Tudo começou com um copo d'agua. Martin engoliu a seco, tudo que ouvira na noite passada.
Dizem que quando procuramos escutar demais, podemos ouvir o que não queremos. E nesta hora ele preferiu ser um surdo
ao qual pudesse apenas fechar os olhos para não ver a cena que instalaria em seu peito uma dor intermitente e assim ela
seria inofensiva.

As vibrações de quando ela chegara em casa eram tênuas, tensas. Ela abriu a porta de casa, olhou para TV ligada e foi para
cozinha.
Olhou pela janela, colocou suas mãos em cima da pia e esperou... esperou o beijo que ela saberia que chegaria. O beijo não
chegou, apenas um sentimento frio de solidão
ao qual ela demoraria para se acostumar. Tomou duas aspirina para falsear a vontade de enganar aquela dor de cabeça que
não queria cessar.

Subindo as escadas, ela desejou que nada tivesse acontecido, ela desejaria ser invisível naquele momento. Chegou ao quarto e
Martin estava sentando, esperando, calado. Uma explicação que só ela poderia dar. Uma explicação formal, que como um
contrato, ela pagaria a multa por reincidi-lo e a multa seria a solidão.
Sentando-se na cama de costas para Martin, ela abaixou a cabeça, com as mãos entre as pernas, esperando o momento de
quebrar o frio e silêncio do quarto.

- Então vai ser assim... você viu o que viu. Não posso fazer nada...
Martin confuso com tão grande frieza disse:
- Você quis assim... você não tem nada a me dizer?
_ Não, o que está feito, está feito.
_ O orgasmo valeu a pena?

Neste momento, o choro rolou, a mascara caiu... e o sofrimento de um erro orgulhoso se pôs a tona...
-Não... sinto muito... me perdoe...

Martin:

_ Então vai ser assim. Não posso fazer nada... o que está feito, está feito...

E a máscara do orgulho se pôs novamente...

 
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